Inteligência artificial na infância e na adolescência: um guia para famílias e escolas

Você sabe se seu filho usa inteligência artificial? E o que ele faz com ela?

A IA já está presente nos vídeos recomendados, nos brinquedos que conversam, nas ferramentas que criam imagens e nos aplicativos que respondem perguntas e simulam uma companhia. Por isso, precisamos entender melhor esse universo para orientar crianças e adolescentes.

No dia 15 de outubro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania lançaram o Guia sobre Usos da Inteligência Artificial na Infância e Adolescência, elaborado com a cooperação da Unesco. O material apresenta riscos e orientações práticas para famílias, escolas e para os próprios jovens.

Como a inteligência artificial aparece nesse cotidiano?

O guia organiza essa presença em quatro formas:

  • Como brinquedo: dispositivos conectados que escutam, falam e respondem.
  • Como companhia: aplicativos e personagens que simulam amizade ou apoio emocional.
  • Como curadora: algoritmos que selecionam o que aparece nas redes sociais, nas plataformas de vídeo e nos jogos.
  • Como criadora: ferramentas que produzem ou alteram textos, imagens, áudios e vídeos.

Essa organização ajuda a perceber que a conversa vai muito além do uso do ChatGPT para fazer o dever de casa.

O que precisamos conversar com os mais jovens?

Entre os assuntos abordados estão a proteção de informações pessoais, os vínculos emocionais com sistemas automatizados e a criação de imagens íntimas falsas.

Na minha perspectiva, acompanhar esse uso começa por abrir espaço para conhecer o que a criança ou o adolescente faz com essas ferramentas. Perguntas simples podem ajudar: “Você usa?”, “Pra quê?”, “Já recebeu alguma resposta que te deixou desconfortável?”.

Também precisamos ensinar que uma resposta convincente pode estar errada. Um chatbot pode parecer compreensivo e até reforçar aquilo que a pessoa quer ouvir. Isso não significa que saiba o que é melhor para ela.

Ter facilidade para usar uma tecnologia não significa saber reconhecer seus riscos. Esse aprendizado precisa fazer parte das conversas em casa e na escola.

Acesse o guia

Clique aqui para acessar o Guia sobre Usos da Inteligência Artificial na Infância e Adolescência e utilize o link para o documento disponível na publicação oficial.

Leiam, compartilhem e levem essa conversa para outras famílias e profissionais. A gente precisa ampliar nosso conhecimento para acompanhar os mais jovens nesse universo.

Este texto foi criado com o auxílio de inteligência artificial.